segunda-feira, 6 de outubro de 2014

“E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão”.
Hebreus 2:15
A MORTE
 Todos os homens temem a morte.
 Como filhos adotivos de Deus, aprendemos a controlar essa emoção, e, quando já se avizinha a morte, aprendemos a livrar-nos de tal temor. “Romanos 8:15”.
A morte envolve certo temor, a despeito dos nossos dogmas, porque há certo mistério que a circunda.
A morte tem aspectos gloriosos; porém, associamos de tal maneira as nossas vidas com os nossos corpos físicos que uma ameaça contra o corpo é considerada uma ameaça contra a própria vida.
Isso não corresponde aos fatos, embora os nossos instintos naturais nos façam encolher, diante da morte, quando ela se aproxima.
Como entender melhor a jornada envolvida na experiência da morte física.
 Na verdade, a misericórdia e o amor de Deus fazem-se presentes. Ele mantém a situação sob o seu controle.
Deus provê orientação, por ocasião da morte, por meio do Ser Luminoso, um ente que irradia tremendo poder e amor.
 Que todas as almas reagem favoravelmente diante desse ser, e ele as ajudam na passagem.
 Naturalmente, as pessoas ímpias temem a morte, porquanto pressentem as temíveis consequências de seu pecado.
 Na verdade, todas as pessoas, que já se aproximam da hora da morte, percebem com clareza o que o pecado causou em suas vidas. Porém, naquele momento recebem uma orientação e uma direção, e não o julgamento final, que só ocorrerá após a segunda vinda de Cristo.
 Todavia, com isto não quero que tomem este pensamento como uma tentativa para diminuir a importância da morte.
 Morrer é algo que nos enche de solenidade. Morrer é uma questão séria.

 Mas o amor de Deus está presente, visando o nosso bem. O trecho de “II Timóteo: 10” ensina que Deus aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade, por meio do evangelho.

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