“E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a
vida sujeitos à servidão”.
Hebreus 2:15
A MORTE
Todos os homens temem a
morte.
Como filhos adotivos de
Deus, aprendemos a controlar essa emoção, e, quando já se avizinha a morte,
aprendemos a livrar-nos de tal temor. “Romanos 8:15”.
A morte envolve certo temor, a despeito dos nossos dogmas, porque
há certo mistério que a circunda.
A morte tem aspectos gloriosos; porém, associamos de tal maneira as
nossas vidas com os nossos corpos físicos que uma ameaça contra o corpo é
considerada uma ameaça contra a própria vida.
Isso não corresponde aos fatos, embora os nossos instintos
naturais nos façam encolher, diante da morte, quando ela se aproxima.
Como entender melhor a jornada envolvida na experiência da morte física.
Na verdade, a misericórdia
e o amor de Deus fazem-se presentes. Ele mantém a situação sob o seu controle.
Deus provê orientação, por ocasião da morte, por meio do Ser
Luminoso, um ente que irradia tremendo poder e amor.
Que todas as almas reagem
favoravelmente diante desse ser, e ele as ajudam na passagem.
Naturalmente, as pessoas ímpias
temem a morte, porquanto pressentem as temíveis consequências de seu pecado.
Na verdade, todas as
pessoas, que já se aproximam da hora da morte, percebem com clareza o que o
pecado causou em suas vidas. Porém, naquele momento recebem uma orientação e
uma direção, e não o julgamento final, que só ocorrerá após a segunda vinda de
Cristo.
Todavia, com
isto não quero que tomem este pensamento como uma tentativa para diminuir a importância
da morte.
Morrer é algo que nos enche
de solenidade. Morrer é uma questão séria.
Mas o amor de Deus está
presente, visando o nosso bem. O trecho de “II Timóteo: 10” ensina que Deus
aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a imortalidade, por meio do evangelho.
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